“Cada pessoa tem a sua historia. - Cada pessoa tem uma familia. - Cada familia tem origems. - Você não é apenas o que você imagina que é!"


sobre a Genealogia e parentesco

Meu objetivo nas pesquisas genealogicas que faço é examinar e tornar mais clara a interligação e, em alguns casos a interdependência geografica, entre os descendentes e seus agregados dos meus antepassados.
  1. em particular do ramo Aguiar Barros, 4°s e 3° avós de Tiffany. membros do extenso clâ dos Paes de Barros em São Paulo, vindo de Itu e Sorocaba. Muitos deles casados entre primos, tios e sobrinhas com a mesma ascendencia e legados com primos e parentes. Um aparte descendentes de Fernão Paes de Barros e Angela Ribeiro, outra parte as familias Aguiar, Ayres e Oliveira Leme. Com essos ramos estou tambem interessada na historia de Itu, Sorocaba e Sao Paulo de onde vieram os respetivas familias e que foi a motivação pelo nome do meu blog. 
  2. de todos os filhos e seus descendentes de Fernâo Paes de Barros e Angela Ribeiro, 6°s avós de Tiffany, e meus parentes colaterais 
  3. de Pedro Vaz de Barros e Luzia Leme, os 10°s avós de Tiffany, acestral comum de muitas familias . Vamos ver em que grau nós encontramos para ampliar a historia de familia. Em particular seria interessante de descobrir mais sobre a ascendencia de Pedro Vaz de Barros. De ascendencia de Luzia Leme tem vasta e boa informação que leva-nos na cidade de Bruges, Belgica de ca. 1381 com um primeiro LEM. 
Se eu indico nos meus textos os meus avós e, em que grau eles são meus avós, não é propaganda pessoal ! a razão é promover a compreensão da seqüencia das varias gerações e melhorar o entendimento dos avôs em comum e os varios descendentes deles. Com isso podemos ampliar a memoria com os outros familiares, talvez entrelaçados com outros parentes e chamar assim a attenção de outra minha gente com o mesmo interesse para trouxar outros informações


É historicamente muito interessante na pesquisa de ligações de parentesco o fato de que havia uma grande entrelaçamento de diferentes famílias cujos membros eram titulares de nobreza. 

O Império começa em 1822 com cerca de 4 milhões de habitantes e termina em 1889 com cerca de 14. Em 67 anos de Império apenas 986 pessoas receberam 1.211 títulos de nobreza dos dois Imperadors: Os 986 pessoas que recebaram um titulo de nobreza foram apenas 0,0070% da população inteira !
Houve enorme permabilidade entre os diferentes membros da sociedade de dinheiro e poder na época do Império. Alguns destes indivíduos tinham mais de um título. Muitos foram também membros do mesmo clã familiar.


Essos barões, viscondes e marques por muitas vezes são colocados  isolados, quase fechados, como algo rar e unico só de tal e tal familia. Esso isolamento não mostra que havia uma grande permeabilidade de poder e dinheiro entre os vários membros da sociedade o que  explica  ainda mais sobre a historia de essa epoca no Brasil e em particular  de Sao Paulo

Estes nobres incluem nunca só o ancestral comum de uma só família ! Eles pertencem a todos os que descendem deles e esses descendentes estão todos relacionados uns com os outros. Não importa que raça, religião ou cultura ou classe social eles pertencem. Muitos de estos descendentes simplesmente não sabem.

A coisa mais simples para chamar a attenção é descrever os mais "famosos": os titulares de nobreza, os medicos, militares, escritores, etc. Isso pode despertar o interesse de uma investigação mais aprofundida sobre a história de nossos antepassados​​, Uma troca de memórias recolhidas, fotografias e documentos antigas até hoje para encontrar os Paes de Barros, de modo a preservar a memoria e a historia para aquiles que virão depois de nós.


UM POUCO SOBRE A GENEALOGIA - A HISTORIA DE FAMILIA


Genealogia, do grego γενεαλογία (genealogia),  devido em γενεά (genea)  = 'família' e λόγος (logos) ='palavra. '. λόγος "logos" é derivada do grego λέγειν (léghein), o que significa escolher, contar, enumerar, mas também preservar, recolher, receber o que está sendo dito e, em seguida, no sentido de ouvir.

a historia da família ou genealogia de hoje na pesquisa historica é uma ciência auxiliar que pode contér tambem témas tais como onomâstica, heráldica, história militar,etc., mas também os graus de parentesco.

Nas civilizações antigas  a genealogia de heróis e reis foi por exelència a forma de cronologia de históriagrafia (Pense nos primeiros capítulos da Bíblia !).
A genealogia medieval era essencialmente uma história das linhas de raiz de nobreza e as linhagens. A nobreza precisava a prova da descencencia para fazer uma reivindicação de propriedade ou a comprovação de qualificação para determinados cargos.
Foi só na virada da era moderna que as ricas famílias burguesas começaram a memorar seus antepassados em forma escrita.

Muitas vezes, as arvores genealogicas mostram só os descendentes apenas da linea varonil,  masculina . Isso não é esato, porque a nossa herança é dividida igualmente pelo pai e pela mãe. a mãe é importante quanto  o pai e tambem os seus laços familiares.

ARVORE DE ASCENDENTES

Todos nos temos um arvore pessoal com os avós, bisavós, triav´s etc. com as ascendencias maternas e paternas. 

Isso se chama árvore de ascendentes, ou também árvore de costados, ou árvores genealógica inversa, é, como já diz o nome, a árvore formada pelos antepassados - pais, avós, bisavós, trisavós, tetravós, etc., de um indivíduo. Ela parte da data recente e vai para a data antiga e é a árvore particular que se refere somente a um indivíduo.


Se esse individuo é o nosso bisavô, TODOS os seus antepassados são também TODOS os nossos antepassados direitos. Isso porque tambem o nosso bisavô teve 2 pais, 4 avos, 8 bisavos, 16 trisavos, 32 tetraavos etc. etc.

FLUXO GENEALOGICO e IMPLEXO


Em téoria cada pessoa viva hoje GERALMENTE  tem 2 pais, 4 avós, 8 bisavós, 16 trisavós, 32 4ºs avós, 64 5ºs avós, 128 6ºs avós, etc, etc numa progressão geométrica que nos dá 2048 10° avós ca. no ano de ca. 1600  Nós da ca.  500 milhões de 28ºs avós voltando na Idade Media ou mais de 800 anos atras !! Este numéro  seria mais do que a população da terra tive no Medio Evo que, como foi estimado, tive mais ou menos 300 mio de habitantes.

A diferença entre o numéro teórico e o número real de antepassados ​​pode ser explicado pelo facto dos ancestrais “repetidos” (os implexes) em uma arvore genealogica. Essos ancestrais duplamente escritas em uma arvore aparecem quase sempre, e ainda mais quando se há casamentos entre parentes em grau proximo. Casamentos entre tios e sobrinhas ou primos e primas (endogamia) foram fenômenos frequentes.
1. por razões geograficas e religiosas em pequenas comunidades como aldeias ou vilas e
2. para manter a riqueza, a posse e o poder em uma familia ou um clã.
Quando por exemplo dois primos de primeiro grau tem filhos, esso tem apenas 6 bisavós em vez de oito. Isso é o implexo.

 Desde 1990 tem uma téoria suplementaria para explicar o implexo. A teoria da Eva mitocondrial. Hoje se presume  que todos os seres humanos vivos hoje são descendentes de um grupo de pessos muito pequeno e são, assim, muitas vezes relacionados uns com o outro. Isso leva-nós a achar que o parentesco entre os humanos é a regra básica. Sem importar que raça , cultura ou sociedade eles pertençam.!

PORQUE PEDRO VAZ DE BARROS E LUZIA LEME ? 


São tambem 10°s avós de Tiffany:

Jorge Rodrigues e Beatriz Fernandez de Mesquita, 
Pedro Dias Paes Leme e Maria Leite da Silva, 
Salvador Pires de Medeiros e Ignez Monteiro de Alvarenga, a matrona,  Paschoal Leite Furtado e Izabel Domingos do Prado, 
Joao Sutil de Oliveira e Maria Ribeiro de Siqueira, 
Joao Lourenço Corim e Antonia Ribeiro, 
etc. etc.
a motivação de optar para  Pedro Vaz de Barros e Luzia Leme 10°s avos de Tiffany, é porque penso que foram eles à “doar” o sobrenome aos  “Paes de Barros” e assim ao meu avõ Victor de Barros. Mas são de mesma importança todos os outros antepassados que revelam importantes entrocamentos na historia de familia Paes de Barros.


Luzia Leme, além de ser descendente do fidalgo Antonio Leme  por ambos os seus pais (ambos descendentes de Pedro Leme) foi bisneta de Fernao ou Fernando (Dias) Paes. O sobrenome Paes e de origem patronímica e vem de Portugal. Deriva do sobrenome Payo ou Pélagio. Tem várias formas ortográficas, como Paes (grafia arcaica), Pais (grafia moderna) Peláez e Páez (em castelhano), Paiz, Payo, entre outras, e também Sampaio ou Sampayo (grafia arcaica).
Creio que este descendencia de Luzia Leme com Fernando Dias Paes deixou-nós o Paes no sobrenome dos Paes de Barros.

Vaz A pesquisa das centenas de "Vazes" é importante para encontrar mais sobre a origem dos pais de Pedro Vaz de Barros e seu irmão Antonio Pedroso (ou Poderoso) de Barros em Portugal.Os sobrenomes Vaz e Vasques são de origem patronímica e estão relacionados aos nomes Vasco e Velasco, ou seja, os filhos de homens com esses nomes geralmente carregavam a alcunha Vaz ou Vasques. O nome Vasco é de origem francesa e espanhola e dava indicação da origem no País Basco, uma região no extremo norte da Espanha e sudoeste da França, durante o Império Romano o povo que habitava a região passou a ser chamado de uasconum (pais dos bascos), após a queda do império os visigodos e os francos dominaram o lugar, posteriormente foi implantado o Ducado da Vascônia na França, mais a frente grande parte da região ficou sobre domínio dos reinos hispânicos como Pamplona e Navarra. Do que eu sei não existe 'uma' família Vaz: Há centenas ou milhares, do Brasil a Timor, e que não têm nada a ver umas com as outras. Só pela pesquisa nos documentos podemos descobrir QUEM são os Vaz do nosso Pedro Vaz de Barros e do que ramo na sua genealogia. 

Barros na nossa familia vem no Brasil com Pedro Vaz de Barros e seu irmão Antonio Pedroso de Barros do Portugal.
São colocados na Nobiliarqchia Paulistana por Pedro Taques no capitulo dos   Pedrosos, Barros, Vazes e mais tarde na Genealogia Paulistana por Silva Leme na "Pedroso Barros".
De uma familia Pedroso (de) Barros em Portugal nunca tem noticias.
Os Pedroso têm a sua ascendência, entroncando em Rui Gonçalves de Pedroso, senhor do couto de Pedroso, hoje a freguesia de Pedroso do concelho de Gaia, arredores do Porto.Houve muitissimas famílias não descendentes dos Pedroso que adoptaram este, a exemplo de muitos outros nomes de famílias antigas portuguesas. Os Pedroso entroncam nos Araújo e por essa ligação em variadíssimas famílias de Entre Douro e Minho na Idade Média, ligações que são perfeitamente identificadas. Mais uma vez: só a pesquisa genealogica pode verificar o entroncar nos Pedroso originais. 
Estou convencida que essas nomes de "familias" foram em parte "criadas" no Brasil e colocados na Genealogia Paulistana  por Silva Leme com as informações de Taques do sec. XVIII, descrivendo a ascendencia dos Pedrosos Barros como "nobre" e conhecido. Ainda sobre essos termos tem a discutir como  tambem sobre as muitas téorias interessantes nas pesquisas modernas sobre um origem judaico.

Barros é tambem uma familia nobre em Portugal e tem mais de um ramo. Nunca encontrei até hoje uma ligaçao entre eles e Pedro Vaz de Barros ou Antonio Pedroso de Barros. 
Sem fontes primarias não se pode comprovar uma descendencia. Alguns pesquisadores e historiadores seguem os documentos de inquisição para obter mais informação sobre os origens judaicas. Estos documentos são muito interessantes, mas deve-se analisar com muita attenção, porque poderiam conter "falsas testemunhanças".
Ocorrem documentos de baptismos, casamentos, ordens religiosos  etc. como fontes primarias e deve se estudar a cronologia para obter mais indícios pela genealogia e historia.

Quando Beatriz de Barros, 7ª avo de Tiffany,  bisneta de Pedro Vaz de Barros e Luzia Leme, casou com Manoel Correa Penteado em Sao Sebastião, os seus filhos e assim toda a sua descendencia, foram colocados todos na familia dos Penteados, que foi a familia do seu marido. E muitos pesquisadores collocam na sua arvore de familia só  este ramo Penteado de familia, esquecendo o ramo dos Pedroso Barros e dos Leme que tem a mesma importancia na genealogia.
O ramo dos Pedrosos Barros se une com Beatriz de Barros e outras suas 3 irmães com o ramo dos Penteados. NOTE: Beatriz de Barros e Manoel Correa Penteado foram parentes: Foram primos em 3° e 4° grau. Ambos trinetos de Paschoal Leite Furtado e Izabel Domingos do Prado. Para saber mais, leia AQUI

Depois temos a entender como funciona o sistema de sobrenomes em Portugal e em Brasil.
Acredita-se que na Europa só depois o século XIX, a maior parte das pessoas de qualquer nível social tinha um sobrenome, ou sobrenomes, hereditários, fixos só em alguns casos. Fora da cultura portuguesa, este sobrenome tendia a ser patrilinear, único, e identificava a família como primado de identidade masculina, provendo assim uma ligação com o passado, e preservando sua identidade no futuro. Por esse fato no mundo fora da cultura portuguesa não é surpresa o fato de que antigamente a prioridade das famílias mais importantes fosse ter filhos homens para manter o nome, afinal, os filhos homens eram quem passavam o sobrenome para as novas gerações, e por essa razão era preocupante para uma família não ter nenhum descendente masculino. 
Em Portugal vigorava tanto entre a nobreza quanto entre o povo, o conceito de CASA, que era constituído pela noção de patrimônio familiar comum partilhado sob o comando do filho mais velho (no geral), na ausência de varões, sucediam as mulheres como senhoras da Casa que, em muitos casos transmitiram, e transmitem ainda, esse sobrenome da Casa à sua descendência. É o chamado sistema misto.
Este costume português explica porque é que, atualmente, são raríssimas, se é que ainda existem, as famílias portuguesas, ou de origem portuguesa, que mantenham a varonia do sobrenome, ou sobrenomes usados na atualidade.

Na cultura portuguesa é costume os filhos receberem um ou mais sobrenomes de ambos os progenitores. 
Também assim se procede na cultura hispânica porém note-se que, enquanto na portuguesa os sobrenomes maternos precedem os paternos na disposição final do nome completo, na Espanha e na América hispânica a ordem é a inversa.

Entre 1580-1640 sob a dominação da Espanha vigorou em Portugal a praxe espanhola do sobrenome do pai anteceder ao sobrenome da mãe.
Em Portugal o número máximo de sobrenomes permitidos é 4, o que permite o uso de sobrenome duplo quer materno, quer paterno, enquanto que na Espanha é de 2, mas esses dois podem ser duplos, unidos por hífen, resultando na realidade em quatro sobrenomes como em Portugal.
Já no Brasil e nos restantes países de língua portuguesa não existe essa limitação para o número de sobrenomes.
Muitas vezes os filhos não derivam o sobrenome do patronímico do pai, mas usam o próprio patronímico do pai, outras vezes tomam o mesmo patronímico do avô paterno, ou avô materno, ou bisavô paterno, ou bisavô sogro do avô paterno.
Por conta dessa prática fica tudo muito confuso na compreensão dos sobrenomes na genealogia e nas muitas familas com os mesmos sobrenomes.

Numerosas foram as famílias, que passaram com este sobrenome Barros para diversas partes do Brasil, em várias ocasiões.
Não se pode considerar que todos os Barros existentes no Brasil, mesmo procedentes de Portugal, sejam parentes, isto porque são inúmeras as famílias que adotaram este sobrenome pela simples razão de ser de origem geográfica, ou seja, tirado do lugar de Barros.

O mesmo se aplica no campo da heráldica; jamais se pode considerar que uma Carta de Brasão de Armas de um antigo Barros, se estenda a todos aqueles que apresentam este mesmo sobrenome, isto porque não possuem a mesma origem. É importante observar que não tenho condições de afirmar de qual família se originaram os varios Barros atuais, a não ser que se faça um rigoroso levantamento genealógico das famílias atuais e seus entroncamentos com os ancestrais do tempo da colônia. Isto não ocorre só com os Barros, mas com muitas outras famílias, como por exemplo, , os Correa, os Penteados, e muito outros collocadas na genealogia paulistana,etc. etc
Para saber se Pedro Vaz de Barros e Antonio Pedroso de Barros foram veramente descendentes do linhagem de nobre familia Barros em Portugal deve se saber QUEM foram os pais. Até hoje não encontrei nem prova certa nem um documento.


Para saber mais sobre os sobrenomes leia AQUI


SOBRE O PARENTESCO

Parentesco é a relação que une duas ou mais pessoas por vínculos de sangue (descendência /ascendeência) ou sociais (sobretudo pelo casamento).
O parentesco estabelecido mediante um ancestral em comum é chamado parentesco consanguíneo, enquanto que o criado pelo casamento e outras relações sociais recebe o nome de parentesco por afinidade.
Chama-se de parentesco em linha reta quando as pessoas descendem umas das outras diretamente (filho, neto, bisneto, trineto, tataraneto, etc), e parentesco colateral quando as pessoas não descendem uma das outras, mas possuem um ancestral em comum (tios, primos, etc) esso asptecto vem ainda muito esquecido na genealogia géral em variàs familias !

Mais parentesco tambem entre os meus 6°s avós Antonio de Barros Penteado e Maria Paula Machado: Eles foram primos ! Ambos tetranetos de Pedro Vaz de Barros e Luzia Leme. 

Tambem os meus 6°s tio-avós: José de Barros Penteado (irmão de Antonio) e sua mulher Maria Dias Leite. Ele tetraneto e ela pentaneta de Pedro Vaz de Barros.....!



SOBRE OS GRAUS DE PARENTESCO

consanguinidade

Consanguinidade - é a afinidade por laços de sangue, É o grau de parentesco entre indivíduos com ascendência comum. Pode-se medir o quanto um determinado indivíduo é consanguíneo com outro através da medida chamada "grau de consanguinidade. O ascendente comum chama-se TRONCO, e os laços que o ligam a cada um dos seus descendentes chamam-se LINHAS.

O Direito Civil e o Direito Canónico não são sempre coincidentes na contagem dos graus de parentesco. Os grau canónicos de parentesco, sâo diferentes. Aqui, conta-se um grau por geração, a partir do tronco comum.

Assim, os irmãos são parentes do 1º grau de consanguinidade, os primos-direitos do 2º grau, os primos segundos do 3º grau e assim sucessivamente. 
Na época do séc. XVI, no caso de haver diferença de geração, contava-se o grau menor, ou seja o grau sénior, dizendo-se em geral «dentro do grau».
Assim, por exemplo, tio e sobrinho são parentes dentro do 1º grau. Assim, os filhos e netos de um primo-direito estavam todos «dentro do 2º grau» em relação ao primo-direito do pai e avô. E nessa época eram todos tratados por sobrinhos ! Até o 4° grau de parentesco precisavam de dispensação matrimonial para poder casar !

parentesco é o vinculo de sangue existente entre duas ou mais pessoas com um ascendente comum. O ascendente comum chama-se TRONCO, e os laços que o ligam a cada um dos seus descendentes chamam-se LINHAS.

Na época do séc. XVI, havendo diferença de gerações, contava-se o grau menor, ou seja o grau sénior, dizendo-se em geral «dentro do grau». 



DIFFERNEçA ENTRE GENEALOGIA E LINHAGEM


Só em termos de genealogia, enquanto a genealogia é o estudo genealógico amplo (abrangente) de ascendência, descendência, e relações sociais de uma pessoa,o estudo de uma linhagem é um estudo genealógico limitado que só se concentra sobre a VARONIA (linha patrilinear) ou linha umbigo (linha matrilinear) de uma pessoa está em ordem crescente ou decrescente.

Geralmente se tende a confundir o sobrenome de uma pessoa que representa a sua varonia com a linhagem a qual pertence, porem e importante notar que o sobrenome não é sinônimo de linhagem. Apenas estudos genealógicos detalhados sobre a ancestralidade de uma pessoa podem determinar se ela descende de uma linhagem particular.

Além disso, o linhagem também se refere à "casa" ou solar" à quale pertença uma pessoa.Isso geralmente é associada com a nobreza, mas nem sempre indica nobreza.


Na Europa e nos países coloniais europeus, a linhagem foi muito importante para o direito nobiliar à sucessão de títulos, imóveis, direitos e outras promessas, especialmente em regiões onde foi instituído o sistema de primogenitura em que o filho mais velho herdou todos os títulos e propriedades.